Pequenas luzes, simplicidade

Este blogue é destinado a pessoas que gostam de pensar sem as limitações impostas pelos modismos e pelas instituições sejam quais forem; que conseguem rir de si mesmas e de tudo, sem sentir culpa; que conseguem olhar além do próprio umbigo.
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Este não é um blogue acadêmico, nem jornalístico, não é um blogue temático e não é politicamente correto (modismo idiota americano)! Este blogue pretende ser um espaço de idéias sem a formalidade acadêmica, livre, de conteúdo variado, sem nenhum compromisso temático, ideológico, partidário, étnico, religioso, essas bobagens todas. Ou seja, é politicamente pentelho! e cheio de contradições! como eu! Quem espera respostas prontas e uma enxurrada de racionalidade, que vá ler Kant!
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29 de dez de 2014

O Logos (o Verbo) e a Festa de Mamona

jesus nascimento
No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. A vida estava nele e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela. […] O Verbo estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.” (Ev. de João 1.1-5, 10-14 – Almeida, R.A.)

“Verbo”: do Latim, Verbum (= palavra); do Grego, Logos (λόγος), palavra. No grego, significa a palavra escrita ou falada; mas os filósofos gregos, com o tempo, estenderam o significado tendo o Logos como a razão ou o princípio de beleza e de ordem cósmica: a própria essência do universo.

29 de mar de 2014

Civilização da Idiotice (um desabafo politicamente incorreto, graças a Deus, sem qualquer prudência literária!)

Estado idiotizadorGrande parte da população ocidental (não tenho conhecimento ou experiência suficiente para analisar a população oriental)  é composta por gente idiota, pessoas que agem sem pensar; que, pela ignorância induzida, se deixam levar pelas mais vergonhosas formas de publicidade, convencidas, por exemplo, que precisam comprar o último modelo de um simples telefone celular (que na verdade é muita coisa junta, inclusive telefone) para serem reconhecidas e respeitadas pelas outras pessoas idiotas que, por isso mesmo, debocham e manifestam seu desgosto porque alguém não tem o último modelo… que, até então não lhes fazia falta e realmente não lhes faz falta a não ser para ficarem “por dentro”… ou seja serem reconhecidas e acolhidas pelas outras pessoas  como “normal”, “atual”, “moderno”, “in”, … essas babaquices todas!

A economia capitalista necessita do consumo para crescer; o consumo, para se manter crescente e cada vez mais produtor de riqueza (que não é distribuída, mas acumulada por poucos), necessita de produtos que durem pouco, porque afinal a quantidade de consumidores não é infinita… ou seja, o mercado precisa que a gente re-consuma as coisas para se manter ativo… e por isso inventa necessidades que não temos para que pensemos que as temos (para isso serve a publicidade indutora de “valores de felicidade”) e com isso, consumir aquilo que nos convencem ser realmente necessário para sermos felizes! É mais ou menos isso que se chama “realidade líquida” (cf. Bauman).