Pequenas luzes, simplicidade

Este blogue é destinado a pessoas que gostam de pensar sem as limitações impostas pelos modismos e pelas instituições sejam quais forem; que conseguem rir de si mesmas e de tudo, sem sentir culpa; que conseguem olhar além do próprio umbigo.
============================
Este não é um blogue acadêmico, nem jornalístico, não é um blogue temático e não é politicamente correto (modismo idiota americano)! Este blogue pretende ser um espaço de idéias sem a formalidade acadêmica, livre, de conteúdo variado, sem nenhum compromisso temático, ideológico, partidário, étnico, religioso, essas bobagens todas. Ou seja, é politicamente pentelho! e cheio de contradições! como eu! Quem espera respostas prontas e uma enxurrada de racionalidade, que vá ler Kant!
===========================

29 de mar de 2014

Civilização da Idiotice (um desabafo politicamente incorreto, graças a Deus, sem qualquer prudência literária!)

Estado idiotizadorGrande parte da população ocidental (não tenho conhecimento ou experiência suficiente para analisar a população oriental)  é composta por gente idiota, pessoas que agem sem pensar; que, pela ignorância induzida, se deixam levar pelas mais vergonhosas formas de publicidade, convencidas, por exemplo, que precisam comprar o último modelo de um simples telefone celular (que na verdade é muita coisa junta, inclusive telefone) para serem reconhecidas e respeitadas pelas outras pessoas idiotas que, por isso mesmo, debocham e manifestam seu desgosto porque alguém não tem o último modelo… que, até então não lhes fazia falta e realmente não lhes faz falta a não ser para ficarem “por dentro”… ou seja serem reconhecidas e acolhidas pelas outras pessoas  como “normal”, “atual”, “moderno”, “in”, … essas babaquices todas!

A economia capitalista necessita do consumo para crescer; o consumo, para se manter crescente e cada vez mais produtor de riqueza (que não é distribuída, mas acumulada por poucos), necessita de produtos que durem pouco, porque afinal a quantidade de consumidores não é infinita… ou seja, o mercado precisa que a gente re-consuma as coisas para se manter ativo… e por isso inventa necessidades que não temos para que pensemos que as temos (para isso serve a publicidade indutora de “valores de felicidade”) e com isso, consumir aquilo que nos convencem ser realmente necessário para sermos felizes! É mais ou menos isso que se chama “realidade líquida” (cf. Bauman).