Pequenas luzes, simplicidade

Este blogue é destinado a pessoas que gostam de pensar sem as limitações impostas pelos modismos e pelas instituições sejam quais forem; que conseguem rir de si mesmas e de tudo, sem sentir culpa; que conseguem olhar além do próprio umbigo.
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Este não é um blogue acadêmico, nem jornalístico, não é um blogue temático e não é politicamente correto (modismo idiota americano)! Este blogue pretende ser um espaço de idéias sem a formalidade acadêmica, livre, de conteúdo variado, sem nenhum compromisso temático, ideológico, partidário, étnico, religioso, essas bobagens todas. Ou seja, é politicamente pentelho! e cheio de contradições! como eu! Quem espera respostas prontas e uma enxurrada de racionalidade, que vá ler Kant!
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13 de nov de 2016

Um conto idiota de terror

Noite sem lua, noite da Lua Nova. A vila está imersa na escuridão; poucos postes iluminam as ruas, mas as ruas estão vazias. Muito frio, um vento gelado e uma garoa enjoada.

A maioria das casas estã com suas luzes apagadas. Aqui e ali uma varando iluminada com a luz fraca, uma ou outra janela mostra alguma luz interna. A aldeia dorme…

Ouve-se um badalo no campanário da pequena igreja, indica um quarto de hora, na pracinha vazia e mal iluminada.  Em uma casa , de repente, ascende-se uma luz… uma sombra caminha atrás da cortina da janela semi aberta. Um vulto, um vulto de mulher… longos cabelos, parece estar de camisola, e há alguma coisa em sua mão, algo estreito e comprido…

Uma coruja pia distante, ouve-se um espirro, um espirro quebra o silêncio da noite. O vulto prosegue caminhando lentamente, através das janelas. Abre uma porta! O Campanário soa dze badaladas.

É meia-noite! Uma mulher descabelada com uma faca na mão… passa manteiga no pão! Fome noturna!

[Eu falei que o conto é idiota!]

Green with envy Putz!

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